Resenha: O Grande Gatsby – F.Scott Fitzgerald

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O Grande Gatsby é um clássico da literatura norte-americana com razão. O narrador e personagem Nick Carraway vai morar em West Egg e conhece Jay Gatsby, um milionário misterioso. O livro traz a história de Gatsby contada por Carraway à medida que se conhecem melhor, confirmando e negando especulações feitas pelas pessoas que participavam de suas estrondosas festas. 

O livro se passa na década de 20, antes da Grande Depressão e pós Grande Guerra, período de muitos ganhos para os Estados Unidos, com suas indústrias produzindo cada vez mais para suprir a demanda. Essa riqueza refletiu nas pessoas e Carraway participa desse mundo de luxúria dos ricos da Costa Leste.

Fitzgerald traduziu seu mundo na obra. Ele descreveu imoralidades da Era do Jazz, o luxo e tudo que a sua época ofereceu. Demonstrou a superficialidade, interesse e falsidade dos indivíduos, que não são frutos dos dias de hoje. Porém, trouxe também uma história de amor surpreendente e não aquela que você começa a ler já sabendo o final, aliás, muito longe disso.

Como um todo, a reflexão faz parte da leitura. Cada ação, reação, sentimento expressos nas páginas faz você se imaginar em tal situação e o que faria. E Fitzgerald ainda se despede dos leitores com uma frase final nada menos e nada mais do que verdadeira, e mais uma vez fazendo-nos pensar mais sobre o que escolhemos valorizar: “É assim que todos nós deslizamos, barcos contra a corrente, impelidos incessantemente de volta ao passado.” 

(Jessica Almeida)

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